SIMPLESMENTE - F O R A S O B R I N H O

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Vamos colocar ele pra fora da Prefeitura

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Prefeitura limpa terreno baldio e emporcalha a rua

ATENÇÃO MÁRIO SÉRGIO

O programa de limpeza de terrenos baldios desencadeado pela prefeitura através da Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano – ENDUR - visa melhorar o aspecto urbanístico da capital.

Depois de ser notificado, o proprietário do terreno tem um prazo para realizar o trabalho de limpeza, construção de muro e calçada. Vencido o prazo estipulado na notificação e o proprietário não tenho tomado as providências, a prefeitura realiza o serviço e manda a conta para o dono do imóvel.
Apesar de um número reduzido de proprietários que mantém os terrenos para especulação imobiliária, reclamar do programa, a maioria da população, principalmente quem mora próximo desses terrenos, que servem de esconderijos para marginais, usuários de drogas e depósitos de produtos de furtos, gostou da idéia.
A reclamação fica por conta do descaso da EMDUR ao término do serviço. Na Rua José Bonifácio entre Avenida Calama e Avenida Abunã, o entulho retirado do terreno e resto de material de construção estão no meio da rua há mais de quinze dias, pondo em risco a vida dos condutores de veículos que trafegam por aquela via.
A própria prefeitura que cobra dos munícipes limpeza em seus terrenos, é a primeira a dá mau exemplo, deixando entulhos no meio da rua. O exemplo tem que vir de casa.

Prefeitura deixa projeto cultural Fina Flor do Samba entregue às moscas

Sem mesa, sem cadeiras e sem brilho, o parco público resistiu sambando no meio da rua.

Ernesto Melo e sua troupe fazendo o samba de resistência.

O projeto cultural Ernesto Melo e a Fina Flor do Samba ficou entregue às moscas na sua última apresentação, sexta-feira passada, dia 24, no Mercado Cultural, no centro histórico de Porto Velho. Com uma perda de público estimada em pelo menos 65%, o grupo de músicos do maior e mais bem sucedido projeto cultural da capital amargou o constrangimento de se apresentar sem holofotes de iluminação artística, sem mesa, sem cadeira e sem a presença da maioria dos fiéis freqüentadores que prestigiam semanalmente o espetáculo musical. Mesmo assim, os sambistas assumiram a postura de combatentes da arte e tocaram para o mirrado e boquiaberto público como se estivessem numa verdadeira trincheira da resistência cultural. O projeto nasceu há quase dois anos na calçada do Bar do Zizi e tem por líder o cantor e compositor Ernesto Melo, conhecido como “o Poeta da Cidade” por suas composições descritivas e citativas de pessoas e lugares deste município. As apresentações acontecem toda sexta-feira e têm atraído, mensalmente, cerca de três mil e duzentas pessoas, inclusive muitos turistas em passagem pela capital do Estado de Rondônia. Antes da crise que desaguou no abandono dos projetos culturais, com refinado repertório da Final Flor do Samba, o Mercado Cultural vinha funcionando como uma espécie de Bairro da Lapa dos portovelhenses. Outros dois projetos culturais estão ameaçados pela crise administrativa: a Seresta Cultural, que acontece toda quinta-feira, e a Roda de Samba de Beto César, aos sábados, onde se apresentam bambas do naipe de Bubu e Norman Jonhson, dentre outros.


A falta de estrutura que deixou os sambistas da Fina Flor do Samba às escuras e entregues à própria sorte deve-se à ação fiscalizatória realizada dias antes pela Semusb e à blitz imposta pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Turismo que apreendeu jogos de mesa e cadeira, freezer, instrumentos de percussão e uma bateria completa, utilizada para acompanhamento dos músicos que participam da Seresta Cultural às quintas-feiras. Segundo Miriam Saldanha, titular da secretaria que fez a apreensão dos materiais, os permissionários vinham praticando diversas irregularidades dentro do Mercado Cultural, transformando os camarins e outros ambientes disponíveis em verdadeiros depósitos particulares de apetrechos utilitários. Ainda segundo Miriam, antes do arresto dos bens e da notificação dos permissionários, a Secretaria de Desenvolvimento Social promoveu uma reunião com os micro-empresários e os orientou e alertou para as diversas irregularidades praticadas por eles dentro do Mercado Cultural.

O fato é que vários órgãos da administração municipal atuaram conjuntamente no âmbito do Mercado Cultural para criar essa dramática situação para o setor cultural: a Secretaria Municipal de Serviços Básicos notificou os permissionários, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Turismo promoveu a blitz e o arrastão de bens utilitários, enquanto a Fundação Cultural Iaripuna tem a incumbência fomentar e apoiar os eventos e projetos artísticos do Mercado Cultural. Numa espécie de guerra PT verso PT, essas agências vem tomando posturas administrativas unilaterais que parece não primar apenas pela observação da lei, mas visam principalmente desencadear uma batalha política nos bastidores da disputa por cargos e posições, deixando os permissionários, com ou sem práticas irregulares, à mercê da guerra pelo poder. Segundo informou Heitor Almeida, funcionário da prefeitura e coordenador do projeto Quinta da Seresta, a vice-presidente da Fundação Cultural Iaripuna, Berenice Simão, tem declarado em reuniões de trabalho da instituição que os projetos Fina Flor do Samba e Seresta Cultural precisam ser extintos da agenda do Mercado Cultural para dar lugar a outros projetos artísticos. Convidado pelo jornalista Lúcio Albuquerque e outros promotores culturais para dar explicações sobre os fatos que desastrosamente vêm prejudicando os melhores projetos culturais da cidade, Altair dos Santos, o popular Tatá, presidente da Fundação Cultural, ainda não se manifestou. Tatá, numa demonstração de que há atrito entre as diversas agências da administração petista, e talvez até a fritura do seu cargo por correligionário seus, pagou do próprio bolso a quantia de 270 reais, referente à multa imposta pelo Departamento de Postura para liberar uma bateria e instrumentos de percussão apreendidos durante o arrastão do aparelho repressivo municipal.

Enquanto isso, Alcimar Francisco Casal, o Zizi, pede a intervenção do prefeito Roberto Sobrinho e diz que as exigências impostas pela administração municipal aos permissionários transformarão o Mercado Cultural num espaço morto. Veja na íntegra o manifesto.

CENA DA CIDADE – Perna manca de três metros sinaliza buraco em via pública do centro de Porto Velho – FOTOS

Segunda-Feira , 27 de Junho de 2011 

Moradores e comerciantes transtornados com o surgimento de um buraco na Rua D. Pedro II com a Rua Tenreiro Aranha, zona Central de Porto Velho (RO), sinalizaram o perigo com uma perna-manca (madeira) de três metros de altura junto com uma fita adesiva de cor amarela e preta os motoristas que trafegam pela via pública.
De acordo com a comunidade, o buraco é somente a "ponta do iceberg", pois a erosão que surgiu há mais de seis meses no local é a principal causadora dos aparecimentos dos buracos.
“Não adianta somente tapar os buracos e preciso analisar as duas coisas juntas, fazer um trabalho bem feito de reparação e não essas soluções paliativas que a Prefeitura gosta de fazer. Não dura!”, reclamou Rafael Shuman, que tem familiares que moram próximo da avenida D. Pedro II.










Representantes culturais de Porto Velho emitem nota de manifesto contra o prefeito Roberto Sobrinho

Segunda-Feira , 27 de Junho de 2011 - 15:57

O grupo de músicos do maior e mais bem sucedido projeto cultural da capital amargou o constrangimento de se apresentar sem holofotes de iluminação artística, sem mesa, sem cadeira e sem a presença da maioria dos fiéis freqüentadores.
Senhor Prefeito,
Construímos uma história de muita luta em Porto Velho. Sempre ordeiramente e pagando nossos impostos em dia. O senhor sabe disso.
Através de nosso esforço, evitamos que a especulação imobiliária transformasse o que restou do Mercado Municipal em mais um prédio comercial, fato este que impediria a construção, na sua gestão, do atual Mercado Cultural, local onde se desenvolvem as maiores manifestações artísticas e culturais de nossa cidade. Na nova concepção do Mercado Cultural, não foi previsto espaço para que guardássemos nossos estoques, geleiras, além das mesas e cadeiras com as quais recebemos as pessoas que assistem aos espetáculos apresentados.
Como alternativa, passamos a utilizar a sala junto ao banheiro masculino que originalmente, segundo informações da Semdestur, seriam utilizadas como camarins. Estas salas não possuem condições para tal, tendo em vista que não dispõem de nenhum móvel, sejam cadeiras, mesas, araras, espelhos ou qualquer refrigeração. Nestes locais, estamos guardando apenas as mesas e cadeiras de nossa propriedade, que são poucas.
A grande maioria são alugadas e recolhidas no dia seguinte aos dias de cada evento. Acontece, senhor Prefeito, que recebemos uma notificação da Semusb, dando-nos prazo de 08 dias, que vence dia 21/06, no sentido de que não mais poderíamos utilizar estas salas para guardar nossos pertences. Além disso, todas as mesas e cadeiras utilizadas nos eventos deverão ser retiradas do mercado, no final do espetáculo e que também não poderemos mais utilizar geleiras ou empilhar bebidas ou outras mercadorias fora dos limites do balcão. Como deveremos proceder, então?
Quem faz a locação de mesas e cadeiras não as recolhe pela madrugada. Sem as geleiras não poderemos mais vender bebidas em quantidade suficiente para atender aos expectadores.
Sem mesas e cadeiras, não haverão mais as apresentações, a maioria das quais criadas e apresentadas pela Prefeitura através da Fundação Yaripuna e também as de iniciativa privada, que sempre contaram com nosso total apoio, inclusive com pagamento de cachês aos músicos. Nestes dias, temos que montar uma estrutura física e humana extra para bem receber os freqüentadores do local. Assim, permanecendo estas exigências, o espaço criado pela prefeitura, onde famílias e pessoas de todas as partes do Brasil convivem harmoniosamente e no qual seu nome tem sido lembrado a cada show e levado para a todo o Brasil pelas tevês Record e Comunitária, se transformará em um espaço morto e se constituirá em motivo de reclamações e má propaganda de sua administração.
Caso não haja um reposicionamento dos órgãos competentes, permitindo que possamos continuar a usar a sala antes mencionada, não teremos a mínima condição de prestar um serviço de qualidade para tantas pessoas.
Pelo exposto, solicitamos sua intervenção junto à Semusb e Semdestur, no sentido de voltarem atrás desta decisão, pela qual o Bar do Zizi, Café com Arte, músicos em geral e freqüentadores do local ficarão muito agradecidos.
Bar do Zizi
Alcimar Francisco do Casal

ROBERTO SOBRINHO ENCURRALADO

O palácio Tancredo Neves tornou-se, nos últimos dias, alvo preferencial de denúncias escabrosas, capazes de fazer o diabo se benzer. Os seus autores, diga-se, não são adversários políticos do prefeito. Pelo contrário, pertencem ao mesmo partido do dirigente comunal.
Sobrinho parece acossado. Não sabe mais o que fazer diante do rosário de denúncias de corrupção e malversação de recursos públicos que pipocam quase que diariamente contra a sua administração.
Ele até que se tem esforçado, reconheça-se, para tentar convencer à sociedade de que tudo isso não passa de um tremendo equívoco, mas uma grande inquietação se formou no seio da população, diante de acusações tão graves, que comprometem a imagem de seu governo, aqui e alhures.
Enquanto isso, a população aguarda, com ansiedade, que o chefe do executivo municipal tenha a grandeza que o momento dele exige e procure, com firmeza de propósito, adotar as medidas que se fizerem necessárias para esclarecer as denúncias lançadas contra a sua administração.
Não é por demais repisar, contudo, que foi em função daquela prometida moralidade pública que muitos portovelhenses votaram no então candidato Roberto Sobrinho, convictos de que ele mudaria os deformados vícios e costumes políticos que enxovalham a vida pública.
Empurrar o problema com a barriga não é e jamais será a melhor opção. A sociedade está cansada de ouvir desculpas esfarrapadas, que em nada contribuem à resolução dos graves e difíceis problemas contra os quais o município se debate.
Diz o dito popular nada temer quem nada deve. Assim sendo, cabe ao prefeito Roberto Sobrinho contribuir para que as denúncias sejam todas elas esclarecidas, partam de onde partirem, venham de onde vierem.
O seu governo não é o primeiro e, certamente, não será o último a ser alvo de acusações. Mas o prefeito, como autoridade máxima do município, não pode permitir que elas passem em brancas nuvens, como se as coisas estivessem às mil maravilhas, quando, na verdade, o quadro se revela completamente diferente.

E AGORA JOSE?

O petista Valdomiro Diniz, então chefe de gabinete do ex-todo-poderoso ministro da Casa Civil, José Dirceu, caiu em desgraça depois que foi flagrado cobrando propina do bicheiro Carlos Cachoeira. Mesmo apoiado por petistas graduados como o senador Eduardo Suplicy, e o atual ministro da Ciência e Tecnologia, Aluizio Mercadante (acusado de comprar um dossiê fajuto para prejudicar o tucano José Serra, seu adversário na disputa pelo governo de São Paulo), Diniz não resistiu as evidência e acabou jogando a toalha.
O ex-chefe da Casa Civil do governo Dilma, deputado federal Antônio Palocci, não explicou como conseguiu multiplicar seu patrimônio por vinte, quatro anos depois de ter ocupado o Ministério da Fazenda, no governo Lula. Resultado: foi apeado do posto coberto de desconfiança, inclusive, por parte de alguns “companheiros” seu.
Há pouco, o deputado estadual José Hermínio Coelho (PT) lançou sérias acusações contra o prefeito de Porto Velho, Roberto Sobrinho, dizendo que a administração de seu “companheiro” de partido se tinha transformado “num cipoal de bandalheiras”, e citou como exemplo uma licitação para a aquisição de horas máquinas.
Imediatamente, a assessoria do prefeito entrou em campo para desmentir as acusações do parlamentar. Do plenário da Câmara respondeu o líder do PT, vereador Sid Orleans, para quem Hermínio “estava revoltado, com ciúmes, por que sabia que não seria escolhido pelo diretório municipal para ser o candidato do partido na sucessão municipal de 2012”.
Matéria postada no site Rondoniaovivo, quarta-feira (22), às 15h45, insinua que José Hermínio teria mentido para supostamente beneficiar um grupo de empresários que o acompanha desde os tempos em que era presidente da Câmara de Vereadores de Porto Velho. Ou seja, de estilingue, Hermínio passou à frágil condição de vidraça.
E agora, José, vai encarar o desafio e mostrar com quem está a verdade, ou, então, jogar a toalha, deixar o dito pelo não dito e abandonar o barco como mentiroso, à semelhança do que fizeram seus “companheiros” Delúbio Soares, Sílvio Pereira, Antonio Palocci, o próprio Diniz e seus meios xarás José Dirceu e José Genoino? 

Adivinhem de quem é a responsabilidade? DELE!!!!!

Segunda-feira, 27 de junho de 2011 - 08:28

Sem acordo

Trabalhadores decidem parar transporte coletivo em Porto Velho

Mais uma greve no serviço de transporte coletivo em Porto Velho começa na próxima quinta-feira, anunciaram nesta segunda-feira trabalhadores ligados ao Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transporte Urbano (Sitetuperon) No final de semana eles rejeitaram a proposta patronal de reajuste de 4% e aguardarão o prazo legal de 72 horas para início do movimento. Durante a madrugada na frente da empresa Três Marias eles anunciaram a paralisação e devem realizar novos protestos durante o dia, possivelmente na Avenida 7 de Setembro em horário de pico. As empresas de transporte ofereceram 4%, enquanto a categoria reivindica 11%.