SIMPLESMENTE - F O R A S O B R I N H O

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Vamos colocar ele pra fora da Prefeitura

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

A Coisa é seria

A coisa ficou feia no PT em Rondônia.
Depois de chamar de chefe de quadrilha o prefeito de Porto Velho, Roberto Sobrinho (PT), o deputado Hermínio Coelho (PT) avisou que um dos dois precisa ser expulso do partido.
O deputado Ribamar Araújo (PT), que também chamou Roberto Sobrinho de quadrilheiro, disse praticamente a mesma coisa: “ou ele, ou eu”.
A presidente do diretório regional do partido, deputada Epifânia Barbosa, tenta contornar a situação.
Ou Hermínio e Ribamar tiram Sobrinho do PT, ou encontram uma forma de ser expulsos para não perderem o mandato.
Dizem que já há até partido pra onde eles podem ir e que a definição pode sair até dia 15 deste mês.
Hum... só falta começarem a dizer que o prefeito meteu a mão nos R$ 2 milhões repassados para a campanha da Dilma em Rondônia...
Afinal, praticamente não houve campanha e o coordenador era Roberto Sobrinho.
PODE SER EXAGERO
Talvez seja exagero dizer que o prefeito de Porto Velho, o ex-sindicalista Roberto Sobrinho (PT) seja chefe de uma quadrilha.
As acusações de que existe uma quadrilha agindo na prefeitura e que Sobrinho seria o chefe foram feitas no plenário da Assembleia Legislativa de Rondônia pelos deputados petistas Ribamar Araújo e Hermínio Coelho.
Agora, é de domínio público que a ação de quadrilhas na prefeitura já foram denunciadas diversas vezes, e Sobrinho não fez praticamente nada para apurar o que foi mostrado.
Além disso tudo, os problemas vivenciados na cidade estão evidentes.
O trânsito é caótico. São poucas as vias de acesso a centro, o que causa congestionamentos.
Há muitas obras paradas na Capital, entre elas os seis viadutos, para os quais o governo federal destinou quase R$ 200 milhões.
Roberto Sobrinho é o prefeito que mais recebeu dinheiro da União, e também é o que mais enfrenta dificuldades para trabalhar.
Mas talvez seja exagero chamar o prefeito de chefe de quadrilha.
De minha parte, prefiro pensar que ele é apenas incompetente.

Micos do Prefeito

O psicólogo e professor Roberto Sobrinho (PT), prefeito de Porto Velho, deixou algumas pérolas registradas durante a visita da presidente Dilma Roussef, no último dia 5 de julho.
Na Usina de Santo Antônio, no rio Madeira, ele disse que Dilma era “a primeira mulher presidenta do Brasil”.
Ele está certo. Nunca houve um homem presidenta. Não que se saiba, pelo menos.
Depois, disse estar orgulhoso porque Porto Velho é uma cidade repleta de obras.
Novamente ele está certo.
Só esqueceu de dizer que as obras estão paradas, talvez por incompetência das empreiteiras, talvez por incompetência do próprio Roberto Sobrinho, não sei direito.
Ou talvez o prefeito ande meio desligado.
Quando ele era presidente do Sintero, era um sindicalista combativo.
Quando deixou o cargo, pode ter esmorecido. Não trabalhou mais.
Ficava na Assembleia Legislativa, sempre lotado no gabinete de algum deputado do PT. Quase não aparecia na Casa. Há quem diga que ele era funcionário fantasma.
Talvez por isso ande desligado do mundo, dos compromissos, do trabalho.

Começamos a Esmiuçar a Trajetoria DELE!

*Roberto Sobrinho foi o fundador do Grupo: "SINTERO SOMOS NÓS" que governa o sindicato dos trabalhadores em educação de Rondônia. Foi seu primeiro presidente. Desde então jamais teve uma vida igual aos sindicalizados que diz defender. Como Prefeito, burgomestre idem. Se ele não tem culpa, não tem nada a temer, basta deixar que uma auditoria ampla, livre, independente e de fora faça uma varedura na sua conta bancária, na sua evolução patrimonial, desde quando foi sindicalista até virar prefeito. Se for provado que ficou rico com salário de professor ou de prefeito: até eu vou tentar imitá-lo.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

VIADUTOS – Hermínio protocola ofícios em órgãos competentes

O deputado estadual, José Hermínio Coelho (PT), entregou na manhã desta segunda-feira (05) ofícios ligados as denúncias apresentada em audiência pública realizada pelo MPF/RO (Ministério Publico Federal de Rondônia) no último dia (29) de Agosto de 2011.
 
Os arquivos contem o processo licitatório da modalidade de concorrência pública n°001/2009/CPL/SEMA/PVH e o contrato N° 098/PGM/2009. De acordo com as denúncias do parlamentar estadual, Hermínio Coelho (PT) o processo licitatório e o contrato apresentam vários indícios de irregularidades, tal como a obra, em todo seu tempo de execução inacabada recebeu cerca de R$ 160.000.000 (Cento e Sessenta Milhões de Reais). Resultando assim somente transtornos aos moradores de Porto Velho (RO).
 
O Secretário de Controle Externo do Tribunal de Contas da União em Rondônia, Arildo da Silva Oliveira, recebeu os documentos das mãos do deputado Hermínio Coelho, em seu gabinete no referido órgão. Ressaltou a importância do caso e explicou que o TCU/RO (Tribunal de Contas de União de Rondônia) ira analisar de forma minuciosa a respectiva denúncia.
 
Aproveitando o ensejo, o deputado perguntou sobre a fiscalização do TCU/RO nas obras de saneamento básico da capital ao secretário do TCU/RO, Arildo da Silva Oliveira, que de forma sensata informou que o caso faz parte do TCE (Tribunal de Contas do Estado de Rondônia), porém, isto não quer dizer que o Tribunal de Contas da União de Rondônia, não faça uma fiscalização.
 
Diante das circunstâncias, o deputado estadual José Hermínio Coelho (PT) assinou os ofícios e encaminhou para os demais órgão, tais como: Tribunal de Contas da União, Tribunal de Contas do Estado, Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual e Controladoria da União.













sábado, 3 de setembro de 2011

SERÁ HEIM????AGORA VAI? - Egesa se mobiliza para começar as obras dos viadutos

Em reunião realizada esta semana entre os técnicos da empresa Egesa, responsável pela conclusão da obra dos viadutos e os técnicos da secretaria municipal de Obras Especiais, ficou definido o plano de retomada das obras , tendo como prioridade a retomada dos viadutos da Jatuarana, da Tres e Meio, da Campos Sales e da Prudente de Moraes. A empresa já esta mobilizando equipamentos e contratando mais mão de obra para atender a demanda exigida pelo projeto. No ultimo dia 26 de agosto, o prefeito Roberto Sobrinho assinou a ordem de serviço para o inicio imediato da obra.
Sobre o contrato de construção das obras dos viadutos a Procuradoria Geral do Município-PGM, a Controladoria Geral do Município - CGM e a secretaria municipal de Projetos e Obras Especiais, esclarecem a opinião publica sobre a verdade dos fatos em relação ao convênio celebrado entre o DNIT e a prefeitura municipal de Porto Velho, assinado por Luis Pagot, diretor geral do DNIT. Posteriormente, em solenidade realizada em Porto Velho, foi assinada a ordem de serviços para dar inicio às obras, com a presença da então ministra chefe da casa Civil, Dilma Roussef, considerada a mãe do Programa de Aceleração do Crescimento - PAC.
 Valores
 O valor original do convênio foi de R$ 89.732.555,61, com a contrapartida de 5% (R$ 4.486.627,61) tendo sido repassados ao Município de Porto Velho o montante de R$ 41.715.831,52 e pagos à CAMTER R$ 41.702.550,37, comprovados pela Agencia 2757-X, conta corrente: 8716-5 do Banco do Brasil. O novo convênio para a conclusão dos remanescentes da obra dos viadutos é da ordem de R$ 82.642.117,88. Caso não sejam necessários aditivos, o valor final das marginais e dos viadutos será de R$ 124.344.667,93
Estes valores foram definidos obrigatoriamente tomando-se como base os custos da tabela oficial elaborada pelo Governo Federal à época: SICRO2 – JULHO DE 2008, primeira licitação. Para a licitação atual, os novos custos seguiram a mesma metodologia, sendo que os preços foram atualizados com base SICRO2 – JANEIRO DE 2011. É importante ressaltar que o custo das indenizações e da remoção das linhas de transmissão de energia são independentes do valor da obra.
 Desde a elaboração dos projetos e nas tratativas junto ao CGPAC - Comite Gestor do PAC, foi prevista a integração entre diversos agentes públicos para que a obra caminhasse com celeridade, ou seja, que houvesse uma integração entre a prefeitura,a Ceron e DNIT, o que não ocorreu por fatores alheios a vontade da administração municipal, como os que impediram a remoção da rede de energia elétrica e as desapropriações, fatores esses que lamentavelmente subsidiaram a decisão da CAMTER de se retirar da conclusão das obras dos viadutos.
 Em função desta realidade, ‘a prefeitura rompeu de forma célere unilateralmente o contrato com a CAMTER, fundamentado na lei 8.666/93 em seus artigos 78, inciso XVII, que diz “a ocorrência de caso fortuito ou de força maior, regularmente comprovada, impeditiva da execução do contrato”, combinado com o artigo 79, inciso I, que diz que “a rescisão do contrato poderá ser determinada por ato unilateral e escrito da Administração.”esclareceu a controladora geral do município, Cricelia Froes.
Em matéria jornalística publicada recentemente foram colocadas propositalmente muitas inverdades sobre o contrato de construção das obras dos viadutos, com o objetivo claro de tentar inviabilizar a construção desta importante obra para o município de Porto Velho. Entre as acusações infundadas, três merecem ser rechaçadas:
Reajustamento
.O reajustamento anual realizado, e não “realinhamento”, foi regularmente previsto no Edital de Concorrência Pública nº 001/CPL/GERAL/2009 no item 23 – REAJUSTAMENTO DE PREÇOS E ATUALIZAÇÃO FINANCEIRA e no Contrato nº 098/PGM/2009, Cláusula Quarta, § 4º, em conformidade com o artigo 3º §1º da Lei nº 10.192 e a jurisprudência do Tribunal de Contas da União, conforme decisão 69/1998, constantes no Vol.XXXI – pág. 7868-7929, não observado pelos autores da matéria, comprovando falta de conhecimento.
Diz ainda o edital em seu item 23, que “os preços contratuais, em reais, poderão ser reajustados pelos índices utilizados pelo DNIT, para o Setor Rodoviário, apurados e fornecidos pela Fundação Getúlio Vargas, depois de decorrido 01 (um) ano da proposta que devera ser o mesmo do orçamento preestabelecido no edital, nos termos do art. 3º §1º da Lei 10.192, de 14/02/01, sendo o índice inicial referente ao mês de orçamento do DNIT (Julho/2008)”, portanto a matéria, que tentou ser “investigativa” confundiu realinhamento de preços unitários - que nada mais é do que repactuação dos mesmos, com reajustamento - que é a correção monetária dos preços propostos, ação prevista na Lei 8.666/93 e Lei 10.192/2001, que reajusta os preços dos contratos públicos, tendo em vista o transcurso de lapso temporal de 12 meses. Ora, se a obra tinha como os preços básicos o mês de julho de 2008, tendo a mesma iniciada em 17.07.2009, ou seja, um ano após a data base do orçamento e da proposta de preço, segundo a lei, a empresa tem direito a receber os valores devidamente reajustados.
 Comparação Indevida 
 Durante a licitação realizada na modalidade “concorrência pública”, cabível para o caso, determina a lei que os envelopes contendo as propostas de preços apresentados pelas licitantes estejam lacrados e só tenham o seu conteúdo revelado em data antecipadamente prevista em audiência pública, sendo declarada vencedora a proposta mais vantajosa para a administração pública, ou seja, aquela que ofertar o menor valor global para execução da obra, devendo ser inferior ao valor orçado e observar que a Lei 8.666/93 veda a aceitação de propostas irrisórias ou impraticáveis. Segundo a PGM, não tem fundamento comparar o ‘baixo desconto’ conseguido na contratação da obra dos viadutos, com a contratação da obra das Usinas Hidrelétricas, uma vez que a modalidade licitatória ali cabível é o leilão, o qual tem procedimento de escolha da empresa, diferente do determinado para o procedimento de concorrência pública, ou seja, as licitações comparadas não têm compatibilidades entre si, sendo descabida qualquer comparação.
Pagamento de Aditivo
Os autores da matéria jornalística alegam ainda, que não está claro no processo “se foram pagos ou não valores referentes ao 1º Termo aditivo com a CAMTER”. Segundo o secretario Israel Xavier, “o único termo aditivo ao convenio refere-se a acréscimo de serviços não previstos no projeto original, cuja planilha de custos tem como base, os valores contratados e que os serviços constantes nesse aditivo não foram pagos porque não foram executados”. O ultimo pagamento feito a CAMTER foi efetuado em setembro do ano passado, referente a serviços realizados em junho/2010.
Para o secretário Israel Xavier, é clara a intenção dos autores da matéria elaborada por encomenda, em tentar mais uma vez denegrir a administração municipal e principalmente impedir que a obra dos viadutos seja concluída nesta administração. “É lamentável que pessoas que poderiam estar valorizando o mandato para o qual foram eleitos pela população desta cidade, estejam torcendo contra o desenvolvimento, o bem estar e a melhoria da qualidade de vida dos moradores do município de Porto Velho”, alertou o secretário Xavier.

COMUNICADO: mais dois colaboradores!

Coisas estranhas andaram acontecendo nos ultimos dias, e devido a esses acontecimentos e para que também esse blogueiro aqui não se torne um novo Francenildo da Costa, acabei aceitando a colaboração voluntaria de mais dois "Reporteres de ocasião revoltados como eu", e agora eu deixo de ser uma EUquipe e passamos a realmente, ser uma Equipe que busca o melhor para nossa cidade de Porto Velho, pedindo a saida da Prefeitura do pior prefeito da historia dessa cidade, e como vamos fazer isso? além de continuarmos vasculhando tudo o que sai na midia rondoniense a respeito da má administração Roberto Sobrinho, vamos também escarafunchar toda a historia dele desde a campanha do primeiro mandato até os dias de hoje, meus colaboradores já estão trabalhando nesse sentido, uma verdadeira investigação de todos os fatos  para podermos mostrar para a população que infelizmente, entregamos as chaves de nosso galhinheiro para a Rapousa com copia para o gavião e outra para a mucura, ou gambá, como queira, portanto apresento a vocês agora um de meus colaboradores.
Um grande abraço a todos.